sábado, 21 de outubro de 2017

Jordy - 63



Acho que meu maior gasto nesta viagem foi com transporte. Como não conhecia o lugar, o esquema do transporte público e minhas atividades estavam todas programadas (e eu não tinha tempo de ficar aprendendo a andar de “busão” lá), utilizei muito os serviços da Uber, usei mais vezes lá em quatro dias do que aqui em 30 anos e, foi cada tipo que eu conheci, que realmente ficaram marcados como atrações a parte. Contar uma história é legal, mas ouvir diversas delas de pessoas diferentes e de todos os tipos em tão pouco tempo é muuuuuuiiiito mais divertido!


sábado, 14 de outubro de 2017

Jordy - 62



Não sei é pela falta de costume em ficar na casa dos outros ou por esse esquema de hospedagem ser muito revolucionário pra minha mente, mas, eu realmente estava estranhando a ausência da dona do Ap. e essa confiança toda em colocar um estranho dentro de casa e não ficar em cima, de olho... Ou pelo menos ver a pessoa deixando a casa, sei lá. Havia visto ela pela última vez à noite quando ela disse que ia buscar um lanche, como não percebi seu retorno nem a vi no dia seguinte, acreditei na possibilidade dela ter morrido no quarto engasgada com o lanche. Quem iria saber? Eu não tinha acesso ao quarto dela, então sabe Deus até quando o corpo ficaria lá. Não sei onde ela estava nem o que aconteceu na verdade, mas agradeço a Deus por ela estar viva e a policia não ter vindo atrás de mim. 

“Crendeuspai”!


sábado, 7 de outubro de 2017

Jordy - 61



Não sou muito fã de fotos e nem da Arlequina (eu nem sequer assisti esse filme ainda), já foi o tempo em que eu pedia pra tirar foto com as pessoas em eventos, não costumo mais fazer isso a não ser que eu esteja com alguém que curte, aí eu entro na brincadeira, mas na ocasião, essa cosplayer da Arlequina estava muito bonita (não se deixe levar pelo meu desenho) e eu queria tirar uma foto com ela, mas todas as vezes que cruzei com ela pelo evento ela estava rodeada de gente fazendo farra e brigando pra tirar fotos e eu sempre estava correndo atrás de algum artista pra pegar autógrafo ou apressado para alguma atividade e sem disposição pra esperar a minha vez, assim, acabei ficando sem a foto.

Num determinado momento, já quase no final do evento, fui ao stand da editora Mino pegar um autógrafo com o Shiko e vi lá num canto essa cosplayer “derrubada” conversando com uns amigos, a expressão dela era de nítido desgaste, se via que a o que ela queria no momento era sossego. Tenho certeza que se eu pedisse ela gentilmente aceitaria, mas a essa altura a foto talvez já não saísse legal e eu não quis ser desagradável a esse ponto, então achei melhor deixar quieto e ficar sem a foto. Talvez isso seja uma das únicas coisas que posso dizer que ficaram faltando nessa viagem.

Quem sabe na próxima, né?