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sábado, 3 de março de 2018

sábado, 24 de fevereiro de 2018

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

::: Chegou a hora :::




Fala, galera!

Já faz um mês que o ano começou e tá na hora das novidades começarem também. E o próximo sábado é a data oficial em que elas se iniciam.

Pra começar bem já vem duas logo de cara. A primeira delas, é que A NOVA TEMPORADA DAS TIRAS DO JORDY TERÁ INÍCIO NO PRÓXIMO SÁBADO DIA 03/02 UHUL \o/. Pra quem tava com saudade é hora de se confortar curtindo as novas histórias do baixinho.

A segunda novidade é que também no sábado dia 03/02, a partir das 13h, estarei pela primeira vez participando do Prêmio Angelo Agostini expondo e vendendo minhas publicações. O evento está na sua 34ª edição, acontece aqui na Barra Funda em São Paulo na biblioteca do Memorial da América Latina e a entrada é totalmente gratuita. Apareçam por lá.

Por enquanto as novas são essas, galera, mas o ano tá só começando e ainda tem muita coisa vindo por aí, fiquem atentos e me acompanhe nas redes sociais para não perder nada, ok?

É isso aí, pessoal.

Um grande abraço.

Até!

sábado, 9 de dezembro de 2017

Jordy - 70



Por mais que a experiência de uma viagem como esta seja positiva, no fundo, sempre é bom retornar para o seu cantinho, para suas coisas, para as pessoas que realmente são importantes pra você, enfim, pro seu lar e pra sua vida, vida que pensamos em mudar para melhor com base no que vivemos nos últimos dias “longe dela”, mas logo percebemos que não é bem assim que a coisas funcionam, que nada muda tão fácil e de repente assim, você ainda vai ter que acordar, se arrumar e ir trabalhar no dia seguinte, vai ter que pagar as mesmas contas, ver as mesmas pessoas todos os dias, pegar o mesmo ônibus lotado, cumprir as mesmas obrigações, tomar banho no mesmo chuveiro e dormir na mesma cama que te lascava as vértebras e tudo isso por quê? Porque retornar significa reabraçar fogosamente sua rotina.

A rotina pode ser alterada se trabalharmos para que as oportunidades para isso aconteça, podemos incluir a ela as experiências adquiridas numa viagem sim, aliás, acho que viajar serve justamente para isso, para nos moldar aos poucos através de cada experiência vivida.

Mesmo que não sejamos capazes de listar os benefícios que essa experiência nos proporciona, nosso subconsciente é e fará uso dessas informações quando necessário e, com certeza, esses dias em Curitiba forneceram um documento rico de informações ao meu, tentarei fazer um bom uso disso tudo a cada oportunidade e já aguardo ansioso a próxima “coleta” de experiências. Obrigado Paraná, obrigado Curitiba, não só por tudo que me proporcionaram durante o período que estive aí, não só por ter me recebido de braços abertos, mas também, por garantir o registro destas memórias expostas nesta série de 45 tiras, enriquecendo assim, o conteúdo do meu trabalho.

E espero que vocês, leitores, tenham gostado.

Muito obrigado por acompanharem.

Abraços!


sábado, 2 de dezembro de 2017

Jordy - 69



Saí de São Paulo com exatos 8Kg de bagagem e isso era tudo que eu tinha pra sobreviver durante quatro dias em terras desconhecidas. O aflito de dar merdinha extraviando esse único bem que eu possuía era gigantesco e foi praticamente a única coisa com a qual eu realmente me preocupei de verdade nesta viagem. Muitas vezes aceito de boa não ganhar algo, mas fico extremamente desiludido da vida quando perco um pouco que seja de algo que tenho, principalmente quando esse algo de alguma forma é essencial para mim e, no caso, esses 8Kg de bagagem eram e eu não podia perdê-lo.

Obviamente na ida a preocupação era maior, pois lá em meu destino eu não possuía nada para substituir o que quer que fosse, mas como tudo aconteceu tão certinho, me deixei levar e a preocupação meio que passou batida, já na volta... Me preocupei em dobro com o susto que levei na esteira de bagagens.

Ao sair do voo, o comandante informou que as malas estariam disponíveis em uma determinada esteira, mas ao chegarmos lá, o voo anunciado no letreiro era outro, esperamos e quando mudou a informação, a numeração e trecho eram outros nada a ver com o nosso. De repente um passageiro observou que nosso voo estava sendo anunciado em outra esteira bem mais a frente, fomos até lá e realmente era a nossa. A esteira estava vazia e desligada, esperamos e o carro com as bagagens demorou a chegar, quando chegou, podíamos ver o funcionário descarregando nossas malas (sem cuidado nenhum) e a aflição de todos foi diminuindo conforme suas respectivas malas iam aparecendo, menos a minha, pois eu estava na “boca” da esteira e com visão atenta e privilegiada do descarregamento, assim, pude ver quando o rapaz simplesmente fechou a caçamba, entrou no carro e foi embora “sem colocar” minha humilde bagagem na esteira.

Completamente paralisado pelo choque, vivendo em silencio um desespero inexpressível, fui vendo um a um pegar sua malinha e sair feliz e fiquei ali desconsolado me perguntando por que depois de tudo que vivi isso tinha que terminar assim, até que, no momento em que eu estava prestes a me vez sozinho naquela esteira esperando por algo que não ia chegar, um passageiro retira sua mala de um montinho e lá no meio, na escuridão, como um sobrevivente que aponta entre os escombros, minha preciosa piscou pra mim.

Fiquei numa raiva!


sábado, 25 de novembro de 2017

Jordy - 68



A gente sabe que a diversão acabou quando os elementos da nossa vida rotineira começam a nos abraçar com saudade!


sábado, 18 de novembro de 2017

Jordy - 67



Não sei se o piloto estava de brincadeira ou não, mas mesmo desconfortável com a sensação do voo, logo que começamos a descer eu desejei continuar lá em cima mesmo!  


sábado, 11 de novembro de 2017

Jordy - 66



Não tenho muito o que comentar, só que o chinês do lado (ver tira anterior) não estava ajudando em nada e que entre tantas opções, a leitura que separei para o voo foi uma péssima escolha para a ocasião.


sábado, 4 de novembro de 2017

Jordy - 65



A sensação do voo, seja na decolagem, aterrissagem ou em qualquer outro momento certamente não agrada a todos, mas, cada um sente o abalo em níveis diferentes. Eu por exemplo, como já vimos em tiras anteriores, sabendo que altura não me deixa confortável, me preveni antes de encarar o grande “pássaro de aço”, mas o chinês na poltrona ao lado da minha, que suava, paralisava, amolecia, tampava a cara, se abaixava, fazia careta e quase tinha um “tréco”, com certeza fez caquinha na roupa!


sábado, 28 de outubro de 2017

Jordy - 64



Eu já havia ido ao banheiro do aeroporto Afonso Pena na ida quando cheguei em Curitiba, mas quando fui na volta, não sei se errei de banheiro, de cabine, de aeroporto ou sei lá do que, mas, quando abri a porta da cabine bateu uma baita de uma estranheza. Não me lembro da cabine ser destinada a cadeirantes, mas era estranho todo aquele espaço que tinha até chegar ao vaso sanitário, eu poderia colocar minha cama lá e dormir tranquilamente (ou não) O_O


sábado, 21 de outubro de 2017

Jordy - 63



Acho que meu maior gasto nesta viagem foi com transporte. Como não conhecia o lugar, o esquema do transporte público e minhas atividades estavam todas programadas (e eu não tinha tempo de ficar aprendendo a andar de “busão” lá), utilizei muito os serviços da Uber, usei mais vezes lá em quatro dias do que aqui em 30 anos e, foi cada tipo que eu conheci, que realmente ficaram marcados como atrações a parte. Contar uma história é legal, mas ouvir diversas delas de pessoas diferentes e de todos os tipos em tão pouco tempo é muuuuuuiiiito mais divertido!


sábado, 14 de outubro de 2017

Jordy - 62



Não sei é pela falta de costume em ficar na casa dos outros ou por esse esquema de hospedagem ser muito revolucionário pra minha mente, mas, eu realmente estava estranhando a ausência da dona do Ap. e essa confiança toda em colocar um estranho dentro de casa e não ficar em cima, de olho... Ou pelo menos ver a pessoa deixando a casa, sei lá. Havia visto ela pela última vez à noite quando ela disse que ia buscar um lanche, como não percebi seu retorno nem a vi no dia seguinte, acreditei na possibilidade dela ter morrido no quarto engasgada com o lanche. Quem iria saber? Eu não tinha acesso ao quarto dela, então sabe Deus até quando o corpo ficaria lá. Não sei onde ela estava nem o que aconteceu na verdade, mas agradeço a Deus por ela estar viva e a policia não ter vindo atrás de mim. 

“Crendeuspai”!