sábado, 19 de agosto de 2017

Jordy - 54


Tô vendo que vou ter que mudar o status do facebook para: “em um relacionamento sério com a sacolinha”.

sábado, 12 de agosto de 2017

Jordy - 53


Morretes tem um prato tradicional chamado Barreado que é feito de carne cozida misturada com farinha de mandioca e mais uns trecos. A fome era muita, mas o tempo e o dinheiro eram pouco demais para arriscar dessa maneira, então preferi deixar esse luxo de lado e acabar de vez com o que tentava me matar, porém, tinha que ter algum detalhe diferenciado pra valer a pena, foi aí que eu decidi comer o feijão.

sábado, 5 de agosto de 2017

Jordy - 52


Como já citei anteriormente, o celular era minha maior ferramenta de sobrevivência em Curitiba, pois dependia dele para chamar o Uber e retornar em segurança ao apartamento onde estava hospedado, porém, a bateria não aguentava muito tempo e o Power Bank não estava dando conta. Também já citei que Curitiba é ruim de tomada e, se uma cidade como ela já era ruim, imagine Morretes. Sem dúvida foi a mão de Deus que tocou naquela mulher e fez com que ela me levasse até este lugar especificamente, talvez o único naquele restaurante que havia uma tomada por perto e agradeço muito por isso, pois é por causa desta tomada que hoje estou aqui podendo contar essa história pra vocês. Morretes no coração, gente.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

sábado, 29 de julho de 2017

Jordy - 51


Deixei o Ponte Velha e me dirigi ao Madalozo, um restaurante aparentemente tão bom quanto. Também estava cheio, mas ainda havia muitos lugares disponíveis na parte interna, tanto que a atendente me levou aos fundos do restaurante onde poucas mesas estavam ocupadas, essas mesas, no entanto, pareciam ter sido preparadas para famílias, mas a mulher me colocou lá do mesmo jeito. Minutos depois ela retornou me dizendo que havia vago uma mesa mais reservada no terraço e perguntou se eu gostaria de trocar de lugar, apesar de estar sem graça sozinho naquela mesa gigante, por fortes motivo pessoais e convenientes que serão revelados na próxima tira, permaneci lá.

sábado, 22 de julho de 2017

Jordy - 50


Para quem tinha a fome que eu tinha e não tinha o tempo que eu não tinha, a palavra “espera” era uma ofensa, um absurdo inaceitável. Não pensei duas vezes, #partiuconcorrente.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

sábado, 15 de julho de 2017

Jordy - 49


Eu não havia feito muitas pesquisas sobre as atividades que faria em Curitiba, apenas vi o que tinha e fui. Quando descobri que existia um passeio de trem, nem quis saber o que era Morretes, era um passeio de trem, oras, pra quem só conhece os trens da CPTM esse passeio soou encantador e não pensei duas vezes, fechei. Até então, pra mim, Morretes era só mais uma cidade turística comum como Curitiba. Santo engano.

Quando ceguei em Morretes tive uma má impressão muito forte com aquele lugar de aspecto abandonado, esquecido, parado no tempo, com a estação caindo aos pedaços e moradias quase em ruinas na beira dos trilhos. Não conseguia imaginar o que teria para se fazer ali, mas aos poucos, fui lembrando de Sertãozinho, cidade de Minas Gerais onde tenho parentes e gosto muito de ir, pura roça onde acordamos com esterco de vaca na porta de entrada da casa. Fazia um paralelo entre as duas cidades e fui percebendo que em muito se assemelhavam em questão de simplicidade. Gosto muito dessas coisas simples e de aspecto rustico, vida sem frescura, simpática e tranquila como Sertãozinho, e, se eu gosto de lá, por que não gostar de Morretes?

Aos poucos fui aceitando e saindo do choque inicial, fui me adentrando pelas ruas de Morretes e me simpatizando cada vez mais com aquele clima que a cidade me proporcionava e com o que encontrava em cada esquina. Pena que eu estava com fome e tive que procurar por comida, com isso não tive muito tempo de apreciar mais como gostaria, mas, se surgir uma nova oportunidade volto FÁCIL pra lá, mato a saudade e aproveito o que me for novidade.

terça-feira, 11 de julho de 2017

UgraFest - 2017

Galera...


Neste último fim de semana estive no Sesc Belenzinho participando do UgraFest 2017. O evento na minha opinião não podia ser melhor, tudo muito bonito e bem organizado, o Douglas e a Dani fizeram um excelente trabalho em parceria com o Sesc e tenho certeza que ninguém saiu de lá falando mal. 

Foi muito bom rever pessoas muito queridas, conhecer pessoas muito legais e fazer algumas vendas e trocas. O evento no geral foi muito divertido, diferente e confortável, quero agradecer aos organizadores pela oportunidade de estar presente no evento expondo meus trabalhos e curtindo tudo de bom que rolou por lá.

Obrigado também a todos que compareceram na minha mesa pra conversar, conhecer meu trabalho e fazer suas compras, fiquei muito feliz com a presença de vocês.

Um obrigado especial para minhas irmãs Aline e Michely que me acompanharam e me ajudaram na mesa nesses dois dias de feira, ao Tainnan e Fernando pelas caronas que ajudaram muito, ao meu tio Vicente, minha tia Solange, minha prima Mylla e minha mãe Sonia pela presença e pelo apoio, a minha prima Andréia e meu priminho Leo pela presença, ao Carlos do canal Papo Zine pela divulgação e por fim, aos vizinhos de mesa Pedro Balboni, Rodrigo Ortiz e Eric Peleias pela companhia.












Valeu Galera, até o próximo evento.
Abraços!


sábado, 8 de julho de 2017

Jordy - 48


Apesar do passeio não ter sido exatamente o que minha mente fantasiou, não me arrependo, foi um passeio muito bom e recomendo à todos que façam assim que tiveram a oportunidade.

O trem sai de Curitiba e desce a serra até a cidade de Morretes e o trajeto leva cerca de três horas. Quando fechei o passeio eu não sabia, mas existem outras opções de retorno para Curitiba sem ser o trem, como por exemplo, as vans, que fazem um trajeto muito mais rápido e menos cansativo, porém, se você reservar o dia apenas para esse passeio recomendo que faça como eu e retorne também com o trem, apesar de se tornar mais cansativo, acredito que valha mais a pena, pois assim pode se aproveitar mais o prazer da viagem pela serra, reforçar as histórias sobre cada ponto citado e ter a sorte que eu tive de na volta poder ver o que na ida talvez não tenha sido possível, como o “vale muito bonito”.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Eu no UgraFest


Olá, pessoal. Beleza?

No fim de semana que vem, dias 8 e 9, estarei no UgraFest, evento que acontece lá no Sesc Belenzinho com entrada gratuita para todos que quiserem conferir essa feira de publicações independes bacanuda que a loja Ugra organizou.

Eu estarei lá nos dois dias vendendo e autografando meus quadrinhos e prints pra quem se interessar.
Apareçam por lá e procurem pela minha mesa pra gente trocar uma ideia sem compromisso, ok?

Nos vemos por lá.

Abraços!



sábado, 24 de junho de 2017

Jordy - 46


Me lembro de não ter usado a trava da maçaneta e sim uma travinha que havia fixada um pouco acima dela. Não sei se no desespero da situação não travei direito ou se devido a lastimável qualidade daquela porta a trava não funcionou, mas seja como for, só espero não ter sido motivo de nenhum trauma para o gurizinho.

sábado, 17 de junho de 2017

Jordy - 45


Sabe aquela dor de barriga sem vergonha que ataca na surdina, na maior covardia? Então, fui vítima dela na manhã do terceiro dia.

Estava eu na estação ferroviária aguardando o trem que faria o passeio pela serra até a cidadezinha de Morretes, quando de súbito, fui surpreendido por uma inquietação intestinal violentíssima as quase 7h da manhã, horário em que o trem partiria. O único banheiro disponível para atender centenas de cagões de última hora não estava tão disponível assim quando o requisitei.

Por um instante acreditei que o ambiente fosse algum tipo de relíquia social antepassada mantida em estado natural aberta ao público ou uma simples e antiguíssima latrina mal adaptada aos tempos de hoje, mas não, era o banheiro que a estação oferecia mesmo. O ambiente de no máximo 4m² contava apenas com uma pia mequetrefe com torneiras sem água, um mictório coletivo mal localizado e com duas cabines se deteriorando que por sinal estavam ocupadas no momento em que eu mais precisava delas, mas no primeiro sinal de disponibilidade, de súbito me adentrei e ali me entreguei às forças da natureza.

Minha sorte ao me libertar da “masmorra” foi que eu me adentrei a ela com um copo d’água que saciava minha sede minutos antes, assim, pude ao sair lavar minhas mãos na pia que não me beneficiava com esse direito e no limite do tempo pegar o trem.

Saí acreditando piamente que aquele banheiro decadente era o pior que já havia visto e que viria a ver na vida, mas, essa crença caiu por terra quando entrei no da estação de Morretes.

sábado, 10 de junho de 2017

Jordy - 44


A altura dessa cama (deliciosa) simplesmente foi algo do qual eu não consegui me adaptar. Mas eu não deixava isso estragar o dia maravilhoso que eu sabia que teria pela frente.

sábado, 3 de junho de 2017

Jordy - 43


Em Curitiba tem uns ônibus conhecidos como “Jardineira” que faz a Linha Turismo passando por 24 pontos turísticos da cidade e dá direito a 4 paradas de sua escolha. É um passeio muito gostoso, mas impossível aproveitar todos os lugares que temos vontade, para isso, seria preciso repetir a viagem outras vezes ou ir até eles depois com outro transporte mais barato, pois a tarifa da Linha Turismo é de R$40,00.

Minha rotina em Curitiba era acordar cedinho e voltar bem tarde, só para dormir mesmo, assim o dia rendia vários passeios e no final, apesar de destruído, dormia tranquilo com aquela sensação boa de que estava aproveitando ao máximo a oportunidade, nessa hora o desgaste físico provocado pelas experiências vividas chegava a ser prazeroso, e melhor que isso, era saber que no dia seguinte tinha mais.

sábado, 27 de maio de 2017

Jordy - 42


Se não me engano foi na segunda noite. Enquanto preparava minhas coisas para o dia seguinte, percebi que a moça dona do Ap. havia chego acompanhada de algumas pessoas, mas não pude ver quem eram, de repente, ouço a porta do banheiro social que ficava em frente ao meu quarto se abrir e naturalmente me virei para ver, de lá, saiu uma belezura que nem sei descrever, sinceramente não sei se era alta ou baixa, loira ou morena... Só sei que gostei muito do que vi, porém, o que ela viu acredito não ter agradado tanto, pois aquela moça maravilhosamente linda que parou em minha frente e me fitou profundamente, após ouvir minha tentativa de comunicação, simplesmente me virou as costas e saiu andando. GENTE DO MAL!

sábado, 20 de maio de 2017

Jordy - 41


Não sei bem o dizer sobre isso, só que não é a primeira e nem a última vez, de uma forma ou de outra isso sempre acontece. Acho que se você não quer fazer alguma coisa não deve dizer que vai fazer e nem ficar dando desculpinhas pra enrolar a pessoa, é só ser honesto, desde que seja educado, ninguém se ofenderá com você por causa disso e a outra pessoa não ficará com uma má impressão sua. Simples assim.

sábado, 13 de maio de 2017

Jordy - 40

Particularmente eu gosto muito da arquitetura do Oscar Nyemeier e tinha muita curiosidade em conhecer esse museu que apesar de levar o nome do arquiteto é conhecido como “museu do olho”. A entrada não é cara e achei bem bonito e organizado lá dentro, várias salas com exposições diversas que agradam vários gostos, fui bem tratado pelos funcionários e me senti muito a vontade o tempo todo em que permaneci lá dentro.

O topo em formato de “olho” é o ambiente mais agradável, independentemente das peças expostas, achei interessante observar essa parte da arquitetura por dentro e logo na saída tem uma exposição permanente muito legal com fotografias que retratam a construção do museu.

O único incomodo que senti lá dentro foi em relação à altura dos mictórios, tudo bem que eu sou baixinho, mas nunca na vida me deparei com situações em que precisei ficar na ponta do pé e apontar o “bicho” pra cima pra conseguir urinar.

Recomendo a visita, mas deixo aqui uma dica amiga: NÃO TENHA UM CORTADOR DE UNHAS!

Sério, se você for ao museu e por algum motivo estiver em posse de um cortador de unhas, eles vão te barrar na revista, falo por experiência própria. Eles consideram esse singelo objeto uma arma mortífera e não te deixam entrar com ele, não adianta chorar ou tentar justificar, não vai entrar e pronto. 

sábado, 6 de maio de 2017

Jordy - 39


Passeio Público é um parque que fica no centro de Curitiba, parece que é o mais antigo e que foi o primeiro zoológico da cidade. Sinceramente não tenho muito que falar sobre ele, para mim, esse foi o pior lugar que visitei lá, imaginem um ambiente próximo a uma mistura da nossa Praça da República com a da Sé, cercada com grades, um espaço de areia com brinquedos pra crianças e gaiolas gigante aprisionando aves de várias espécies de grande e pequeno porte. Isso é o passeio público.

Não chega a ser tão feio quanto nossas praças, mas me pareceu tão mal cuidado quanto, mas o que me deixou com uma sensação horrível mesmo foi observar todos aqueles pássaros presos, por maior que fossem as gaiolas, as aves não pareciam estar bem lá, as menores dividem o espaço com bandos e as maiores ficam isoladas.

Não busquei informações sobre o parque, não sei como as aves são tratadas, quais são os cuidados oferecidos e tudo mais, só sei que para mim foi um passeio desagradável e que definitivamente o lugar daqueles bichos não é lá.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Festival Guia dos Quadrinhos - 2017



Com um pouco de atraso sim, mas, sem deixar passar, gostaria de agradecer a todos que colaboraram para que o evento Festival Guia dos Quadrinhos fosse o que foi.

Às companhias divertidas na mesa: Clayton Cassiano, por ter aceito dividir a mesa, André Oliveira por NÂO TER usado biquini em frente a mesa, Amanda Ribeiro e família pela bagunça e pelos chocolates deliciosos...

À todos que passaram na mesa para conversar, aos novos amigos, aos  que compraram na nossa mesa e à todos os artistas pela atenção, vendas e trocas de materiais...


E também à menininha bonita que parou na minha mesa, leu quase todo o meu gibi, não disse nada, virou as costas e foi embora... Foi muito engraçado hehe


E à Deus por tudo isso e muito mais.

Muito obrigado e até a próxima oportunidade.

Abraços!


sábado, 29 de abril de 2017

Jordy - 38


Logo de cara, assim que pus os pés na entrada do parque, entendi por que o Jardim Botânico é o cartão postal mais famoso de Curitiba. O lugar não é nada menos que maravilhoso e de tudo que tive a oportunidade de conhecer na cidade é uma das coisas que mais fez valer a pena minha ida até lá.

O Clima era favorável, mas como estava fazendo a Linha Turismo (Busão que por 40 pilas te leva à 24 pontos turísticos da cidade) e essa foi minha primeira parada, não pude permanecer por muito tempo no parque, o que me chateou um pouco, pois queria conhecer outros lugares e sabia que não conseguiria voltar lá nos próximos dias, porém, o que me chateou ainda mais foi outro detalhe.

Durante todo o tempo que permaneci naquele jardim encantado desejei ter uma companhia para apreciar e desfrutar da melhor maneira possível aquele momento, fazendo desse bom momento um momento ainda melhor, só que, ao meu redor, para onde quer que eu olhasse existia casais (jovens e não tão jovens) que tinham a possibilidade/oportunidade de fazer o que eu gostaria de estar fazendo e não estava, mas, ao invés de estarem pegando um ao outro, estavam pegando os famosos Pokemons, nada contra, mas naquela ocasião, o que eu queria mesmo era uma “enfermeira Joy”

sábado, 22 de abril de 2017

Jordy - 37


Incompatibilidade de medidas.
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Descer da cama era fácil, difícil era subir, mas, problemas a parte... QUE SAUDADE DAQUELA CAMA!

sábado, 15 de abril de 2017

Jordy - 36


Gentileza ou ela me chamou de baixinho?
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Por uma fração de milésimo de segundo subestimei minha capacidade de alcançar a altura daquele varal e quase permiti que ela me ajudasse, mas, Deus estava comigo e de imediato me lembrou da situação em que eu me encontrava, permitindo assim, que eu agisse rápido e pudesse garantir a integridade da dignidade masculina que ainda me restava.

Pelo menos por aquela noite.

sábado, 8 de abril de 2017

Jordy - 35


Sinceramente não me incomodo com esse tipo de coisa, pois, um pedaço de linha trançada não muda nada em minha vida, já estou acostumado e todos (familiares) próximos a mim já conhecem esse costume da minha mãe, mas, não tenho o costume de frequentar a casa alheia, principalmente a de estranhos e menos ainda com a liberdade de tomar banho lá, por isso “entrei em choque” e fiquei completamente constrangido quando me toquei que minha toalha tinha um babadinho de crochê (até que bonito) feito pela minha mãe.

Como citei, não vejo mal algum nisso, porém, naquele momento não consegui não me preocupar com isso, afinal de contas, não queria ser “estranhado” pela moça dona do Ap.

O que ela pensaria de mim? Como sanar essa inquietação?

Isso é tema para as próximas tiras.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

O que vou levar para o Festival!



Fala, galera. Tudo blz?

NOVAS NOVIDADES estão na área! rs

Alguns já estão cientes, mas, para lembrar os esquecidinhos e avisar os desavisados, comunico que...

EU E AS PUBLICAÇÕES MICO TRIGO ESTAREMOS NO FESTIVAL GUIA DOS QUADRINHOS!!!

\O/  UHUL!

E LEVANDO NOVIDADES FRESQUINHAS!


O evento acontece no próximo final de semana, nos dias 8 e 9 lá no Club HOMS que fica na Av. Paulista, 735. Estou trabalhando para que este seja apenas o primeiro de vários outros eventos em que participarei este ano e, sempre, se possível, levando coisas novas.

E pra começar bem nossos encontros de 2017, neste primeiro teremos duas novidades: a primeira, é que farei no evento o lançamento do meu fanzine O amargo do beijo, um gibi de impressão caseira e montagem manual que foi inspirado por uma canção do cantor Raul Seixas chamada “Um canto para minha morte”. A tiragem é limitadíssima, apenas 100 exemplares, portanto, quem tiver interesse corre lá na mesa M39 para garantir o seu. Estarei dividindo a mesa com o Clayton Cassiano, que está com um projeto bem bacana chamado Para-raios. Não deixem de conferir!



A segunda, é que além do fanzine e do meu gibi APTO.23 (lançado ano passado), preparei alguns prints bacanas em tamanhos A3 e A4 para enfeitarem suas paredes. São poucos modelos e poucas cópias de cada, por isso vou deixar uma imagem logo abaixo com os modelos que terei disponíveis pra facilitar a escolha e quem tiver interesse, COOOORRE PRA MESA M39! rs  ;)



O Festival ainda é um evento pequeno e isso facilita a proximidade entre leitor e autor, permitindo que os visitantes e artistas fiquem mais à vontade para se conhecerem e trocarem ideias, isso é muito legal, então, quem quiser passar lá na M39 só pra dar um “oi” será muito bem-vindo.

Por enquanto é isso, galera.

Espero todos por lá.

Grande abraço.
Até!


sábado, 1 de abril de 2017

Jordy - 34


Na primeira noite em Curitiba, pouco tempo antes de ir para o apartamento onde ficaria hospedado, caminhava em direção ao supermercado quando percebi duas moças (muito interessantes por sinal) vindo na direção oposta dando “boa noite” para todas as pessoas com quem cruzassem e quando passaram por mim, não foi diferente, fui simpático e retribui o “boa noite”. Com os que vinham depois de mim foi a mesma coisa.

Durante os quatro dias que permaneci na cidade, nada nem sequer próximo a isso aconteceu, fiquei “boiando” e até agora não entendi qual era a das garotas (interessantíssimas por sinal), mas foi muito legal que tenha acontecido, pois, mesmo que de maneira fantasiosa e simbólica, me senti bem recepcionado e considerei esse fato como um ”boas-vindas”.

sábado, 25 de março de 2017

Jordy - 33


Cheguei em Curitiba por volta das 11h e como não podia ir direto para o apartamento onde iria ficar, tive que dar um rolêzinho pelo bairro durante horas carregando uma mochila de 8Kg nas costas. Por mais másculo, sarado, exuberante, estupendo e viril que esse que vos fala seja, uma hora não aguentei mais e deixei a vida me vencer.

Pra concluir, apesar de tudo, o quadro central da tira é o que mais tem a dizer sobre essa passagem, pois retrata um dos meus maiores desapontamentos nessa viagem... COMO CURITIBA É RUIM DE TOMADA!

Não se acha tomada com facilidade, quando se acha não funcionam e quando funcionam parece que a energia passa por elas em câmera lenta e como se não bastasse, o segurança do shopping não deixa a gente sentar do lado delas pra carregar o celular. GENTE DO MAL! :(

sábado, 18 de março de 2017

Jordy - 32


O cara realmente é muito gente boa. Eu já estava incomodado com o lance dele ter comprado meu gibi numa boa e eu não ter comprado o dele, aí me acontece uma dessas pra reforçar esse sentimento.

Mas eu fui forte e aguentei!

sábado, 11 de março de 2017

Jordy - 31


Como não ia ficar em Hotel e sim em um quarto alugado de um apartamento, eu não pude ir direto para a hospedaria, pois a moradora só estaria disponível para me receber a noite, portanto, fui direto para o evento Bienal de Quadrinhos que estava acontecendo a duas quadras do Ap.

Infelizmente, coisas como o dinheiro, nossa vontade, nossos gostos e o limite de peso das bagagens nos aeroportos, fazem com que sejamos seletivos na hora de consumir os materiais disponíveis em vasta variedade nesses eventos, por esse motivo, é inevitável que eu coloque muitos desses produtos na categoria “interessante, mas não é o que quero ter na minha estante”.

O que me deixa chateado é que muitos desses casos acontecem com pessoas legais, que também estão iniciando suas carreiras e precisam de uma força. Eu costumo sempre pegar uns dois ou três títulos “no escuro” (novidades que estão fora da minha lista ou que nunca ouvi falar) para dar um apoio (às vezes eu me arrependo), mas, infelizmente não é possível ajudar todo mundo, mas pior que isso, é quando não conseguimos dizer sim para quem não conseguiu nos dizer não. Ele comprou meu gibi.

sábado, 4 de março de 2017

Jordy - 30

A primeira impressão que tive ao chegar no aeroporto foi de que a qualquer momento uma bolota de feno passaria rolando diante de mim devido a tamanha ausência de vida, movimento, barulho... do aeroporto Afonso Pena, um tremendo deserto comparado a Congonhas do qual eu havia acabado de sair.

Após a consciência aceitar essa realidade local, minha primeira atitude foi procurar uma tomada, pois minha principal ferramenta de sobrevivência para os próximos quatro dias necessitava de carga para iniciar seu trabalho.

Depois de 40 minutos de espera e apenas poucos por cento de carga na bateria do celular, a fome me fez decidir que era hora de sair logo daquele aeroporto, mas quem me tiraria dali seria o tradicional Uber. Acontece que haviam vários taxistas na saída me abordando e oferendo corrida, então tive que despistá-los e procurar lugar seguro para fazer o chamado, só que, o deserto de fora era mais assustador que o de dentro, eu andava contornando um estacionamento sem fim e não via pessoas, não encontrava lugares aparentemente seguros e o celular não tinha sinal, no fim, acabei no ponto de partida, só que no andar de baixo.

Até hoje não sei se era portão A ou B, mas sei que seja qual for, eu estava errado, pois o Uber não me encontrava porque me procurava no andar de cima e como se não bastasse a espera, tive que receber uma ligação do motorista que levou boa parte dos créditos!