terça-feira, 12 de dezembro de 2017

::: Ressaca Friends dias 16 e 17/12 :::



Neste fim de semana dias 16 e 17 espero vocês lá no Ressaca Friends a partir das 10h no pavilão do Anhembi e este será o último evento que participarei este ano, portanto, não percam a oportunidade de adquirir seus presentes pro Natal.

Até lá!

sábado, 9 de dezembro de 2017

Jordy - 70



Por mais que a experiência de uma viagem como esta seja positiva, no fundo, sempre é bom retornar para o seu cantinho, para suas coisas, para as pessoas que realmente são importantes pra você, enfim, pro seu lar e pra sua vida, vida que pensamos em mudar para melhor com base no que vivemos nos últimos dias “longe dela”, mas logo percebemos que não é bem assim que a coisas funcionam, que nada muda tão fácil e de repente assim, você ainda vai ter que acordar, se arrumar e ir trabalhar no dia seguinte, vai ter que pagar as mesmas contas, ver as mesmas pessoas todos os dias, pegar o mesmo ônibus lotado, cumprir as mesmas obrigações, tomar banho no mesmo chuveiro e dormir na mesma cama que te lascava as vértebras e tudo isso por quê? Porque retornar significa reabraçar fogosamente sua rotina.

A rotina pode ser alterada se trabalharmos para que as oportunidades para isso aconteça, podemos incluir a ela as experiências adquiridas numa viagem sim, aliás, acho que viajar serve justamente para isso, para nos moldar aos poucos através de cada experiência vivida.

Mesmo que não sejamos capazes de listar os benefícios que essa experiência nos proporciona, nosso subconsciente é e fará uso dessas informações quando necessário e, com certeza, esses dias em Curitiba forneceram um documento rico de informações ao meu, tentarei fazer um bom uso disso tudo a cada oportunidade e já aguardo ansioso a próxima “coleta” de experiências. Obrigado Paraná, obrigado Curitiba, não só por tudo que me proporcionaram durante o período que estive aí, não só por ter me recebido de braços abertos, mas também, por garantir o registro destas memórias expostas nesta série de 45 tiras, enriquecendo assim, o conteúdo do meu trabalho.

E espero que vocês, leitores, tenham gostado.

Muito obrigado por acompanharem.

Abraços!


quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

::: NOITE FELIZ - O GORRO, meu novo trabalho :::



Demorou um pouco, mas agora que as coisas se ajeitaram eu posso anunciar oficialmente que meu novo trabalho Noite Feliz está disponível para compra aqui no site e nas livrarias Comix, Ugra, Gibiteria e em breve também na Pop Art's.

Mesmo estando em cima da hora, ainda dá tempo de conseguir o seu exemplar antes do Natal e presentear aquela pessoa querida (ou presentear a si mesmo).

Infelizmente não conseguirei fazer um lançamento oficial com sessão de autógrafos, mas, comprando aqui pelo site (link na coluna ao lado ---> ) o gibi vai autografado, é só mandar um email me dizendo no nome de quem quer que eu assine. 

Você também pode adquirir o seu nas livrarias citadas acima ou se preferir, direto comigo no último evento em que participarei este ano que será o Ressaca Friends nos dias 16 e 17 deste mês de Dezembro, estarei lá nos dois dias durante todo o período do evento, é só aparecer na Mesa 35, ok?

Um grande abraço e que o Noite Feliz deixe seu fim de ano mais alegre.

Obrigado e um...

::: FELIZ NATAL :::



sábado, 2 de dezembro de 2017

Jordy - 69



Saí de São Paulo com exatos 8Kg de bagagem e isso era tudo que eu tinha pra sobreviver durante quatro dias em terras desconhecidas. O aflito de dar merdinha extraviando esse único bem que eu possuía era gigantesco e foi praticamente a única coisa com a qual eu realmente me preocupei de verdade nesta viagem. Muitas vezes aceito de boa não ganhar algo, mas fico extremamente desiludido da vida quando perco um pouco que seja de algo que tenho, principalmente quando esse algo de alguma forma é essencial para mim e, no caso, esses 8Kg de bagagem eram e eu não podia perdê-lo.

Obviamente na ida a preocupação era maior, pois lá em meu destino eu não possuía nada para substituir o que quer que fosse, mas como tudo aconteceu tão certinho, me deixei levar e a preocupação meio que passou batida, já na volta... Me preocupei em dobro com o susto que levei na esteira de bagagens.

Ao sair do voo, o comandante informou que as malas estariam disponíveis em uma determinada esteira, mas ao chegarmos lá, o voo anunciado no letreiro era outro, esperamos e quando mudou a informação, a numeração e trecho eram outros nada a ver com o nosso. De repente um passageiro observou que nosso voo estava sendo anunciado em outra esteira bem mais a frente, fomos até lá e realmente era a nossa. A esteira estava vazia e desligada, esperamos e o carro com as bagagens demorou a chegar, quando chegou, podíamos ver o funcionário descarregando nossas malas (sem cuidado nenhum) e a aflição de todos foi diminuindo conforme suas respectivas malas iam aparecendo, menos a minha, pois eu estava na “boca” da esteira e com visão atenta e privilegiada do descarregamento, assim, pude ver quando o rapaz simplesmente fechou a caçamba, entrou no carro e foi embora “sem colocar” minha humilde bagagem na esteira.

Completamente paralisado pelo choque, vivendo em silencio um desespero inexpressível, fui vendo um a um pegar sua malinha e sair feliz e fiquei ali desconsolado me perguntando por que depois de tudo que vivi isso tinha que terminar assim, até que, no momento em que eu estava prestes a me vez sozinho naquela esteira esperando por algo que não ia chegar, um passageiro retira sua mala de um montinho e lá no meio, na escuridão, como um sobrevivente que aponta entre os escombros, minha preciosa piscou pra mim.

Fiquei numa raiva!


sábado, 25 de novembro de 2017

Jordy - 68



A gente sabe que a diversão acabou quando os elementos da nossa vida rotineira começam a nos abraçar com saudade!


sábado, 18 de novembro de 2017

Jordy - 67



Não sei se o piloto estava de brincadeira ou não, mas mesmo desconfortável com a sensação do voo, logo que começamos a descer eu desejei continuar lá em cima mesmo!  


sábado, 11 de novembro de 2017

Jordy - 66



Não tenho muito o que comentar, só que o chinês do lado (ver tira anterior) não estava ajudando em nada e que entre tantas opções, a leitura que separei para o voo foi uma péssima escolha para a ocasião.


terça-feira, 7 de novembro de 2017

::: Agradecimentos :::


E o fim deste ano de 2017 será marcado por mais uma conquista, meu terceiro trabalho impresso parcialmente financiado por meio de apoio coletivo.

É engraçado quando paro pra pensar que até pouco tempo atrás eu nem conhecia o mundo dos quadrinhos e o pouco material que tinha conhecimento nunca me atraiu o suficiente pra querer fazer parte disso, e hoje, em tão pouco tempo, trago ao mundo meu 9º título, o 3º em formato físico.

Noite Feliz nasceu lá no fim de 2013 em uma versão bem amadora do projeto, mas, sempre significou muito para mim e sempre soube que este trabalho merecia mais do que eu pude lhe oferecer na época, portanto, aos poucos fui repensando o projeto de acordo com o que ele representava pra mim até que cheguei neste ponto em que ele se realiza por definitivo.

Quem conhece um pouco deste universo sabe das dificuldades de viabilizar projetos como este, principalmente para autores do cenário “independente” que são os que mais DEPENDEM de ajuda para seguirem em frente. Cada mínimo apoio, seja um gesto de incentivo, uma parceria, uma contribuição de qualquer espécie, uma conversa amiga, um conselho ou qualquer outro tipo de ajuda, faz toda a diferença para conquistarmos a realização dos nossos sonhos, e eu, felizmente posso contar com pessoas que se importam comigo e com as escolhas que tenho feito. Algumas dessas pessoas são:


ALINE FARIA
ALYSSON LOURENÇO PEDROSO
AMANDA MACHADO DA SILVA NASCIMENTO
BRUNO CRUZ DE BARROS
CÁSSIA BARROS
GIOVANNI KAWANO
GRAZIELLE ARAUJO SOUZA
JULIO CESAR HONORIO
LARISSA DOS ANJOS CAMASÃO
MARIA TEIXEIRA DE OLIVEIRA NETA
MELISSA INACIA PEREIRA
MIYU GATTO
MICHELY FARIA
MYLLA STEFANY
PAULO HORTÊNCIO LIMA
RAFAEL APARECIDO FERREIRA DE OLIVEIRA
RODRIGO ORTIZ VINHOLO
SANDRA REGINA DAS NEVES ESPIRULA
SILVIA DAS NEVES
SILVIA VIEIRA
SOLANGE MELO SANTOS
TAINNAN VINICIUS DE ALMEIDA
TALESSA KUGUIMIYA


Obrigado a todos vocês não só por terem contribuído com seus apoios na minha campanha no Catarse, mas também, por estarem ao meu lado sempre que podem me ajudando como for preciso. 

Espero um dia poder retribuir o carinho de todos vocês.

Um obrigado especial aos amigos Felipe Campos, Talessa Kuguimiya e Yoshi Itice que aceitaram a parceria que deixou a campanha mais bonita e atraente com suas belas artes.

Obrigado também a todos que não puderam contribuir na campanha, mas que ajudaram na divulgação de alguma maneira, vocês também foram fundamentais.

Espero que este meu trabalho de alguma forma possa contribuir agregando alegrias a cada um de vocês e às pessoas que serão presenteadas por alguns dos apoiadores.

Um maravilhoso fim de ano a todos e um...

FELIZ NATAL!

sábado, 4 de novembro de 2017

Jordy - 65



A sensação do voo, seja na decolagem, aterrissagem ou em qualquer outro momento certamente não agrada a todos, mas, cada um sente o abalo em níveis diferentes. Eu por exemplo, como já vimos em tiras anteriores, sabendo que altura não me deixa confortável, me preveni antes de encarar o grande “pássaro de aço”, mas o chinês na poltrona ao lado da minha, que suava, paralisava, amolecia, tampava a cara, se abaixava, fazia careta e quase tinha um “tréco”, com certeza fez caquinha na roupa!


sábado, 28 de outubro de 2017

Jordy - 64



Eu já havia ido ao banheiro do aeroporto Afonso Pena na ida quando cheguei em Curitiba, mas quando fui na volta, não sei se errei de banheiro, de cabine, de aeroporto ou sei lá do que, mas, quando abri a porta da cabine bateu uma baita de uma estranheza. Não me lembro da cabine ser destinada a cadeirantes, mas era estranho todo aquele espaço que tinha até chegar ao vaso sanitário, eu poderia colocar minha cama lá e dormir tranquilamente (ou não) O_O


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

::: Chegooooooou!! :::

Chegooooooooou!

As últimas recompensas pros apoiadores da campanha Noite Feliz - O gorro no Catarse que faltavam acabaram de chegar. Quem não apoiou deu bobeira, o material está impecável, tudo muito lindo e feito com carinho. Logo mais cada uma dessas belezinhas seguirá seu caminho carregada da minha gratidão para cada um que pode contribuir com a campanha e me ajudar a concretizar esse projeto.

Um agradecimento especial para as gráficas Juizforana, Paper Express e Post Net pela qualidade dos materiais e pelo bom atendimento, obrigado mesmo pela parceria.

Obrigado galera, valeu pelo apoio de cada um de vocês. Aguardem que em breve seus pacotes serão enviados.

Até mais!


sábado, 21 de outubro de 2017

Jordy - 63



Acho que meu maior gasto nesta viagem foi com transporte. Como não conhecia o lugar, o esquema do transporte público e minhas atividades estavam todas programadas (e eu não tinha tempo de ficar aprendendo a andar de “busão” lá), utilizei muito os serviços da Uber, usei mais vezes lá em quatro dias do que aqui em 30 anos e, foi cada tipo que eu conheci, que realmente ficaram marcados como atrações a parte. Contar uma história é legal, mas ouvir diversas delas de pessoas diferentes e de todos os tipos em tão pouco tempo é muuuuuuiiiito mais divertido!


sábado, 14 de outubro de 2017

Jordy - 62



Não sei é pela falta de costume em ficar na casa dos outros ou por esse esquema de hospedagem ser muito revolucionário pra minha mente, mas, eu realmente estava estranhando a ausência da dona do Ap. e essa confiança toda em colocar um estranho dentro de casa e não ficar em cima, de olho... Ou pelo menos ver a pessoa deixando a casa, sei lá. Havia visto ela pela última vez à noite quando ela disse que ia buscar um lanche, como não percebi seu retorno nem a vi no dia seguinte, acreditei na possibilidade dela ter morrido no quarto engasgada com o lanche. Quem iria saber? Eu não tinha acesso ao quarto dela, então sabe Deus até quando o corpo ficaria lá. Não sei onde ela estava nem o que aconteceu na verdade, mas agradeço a Deus por ela estar viva e a policia não ter vindo atrás de mim. 

“Crendeuspai”!


sábado, 7 de outubro de 2017

Jordy - 61



Não sou muito fã de fotos e nem da Arlequina (eu nem sequer assisti esse filme ainda), já foi o tempo em que eu pedia pra tirar foto com as pessoas em eventos, não costumo mais fazer isso a não ser que eu esteja com alguém que curte, aí eu entro na brincadeira, mas na ocasião, essa cosplayer da Arlequina estava muito bonita (não se deixe levar pelo meu desenho) e eu queria tirar uma foto com ela, mas todas as vezes que cruzei com ela pelo evento ela estava rodeada de gente fazendo farra e brigando pra tirar fotos e eu sempre estava correndo atrás de algum artista pra pegar autógrafo ou apressado para alguma atividade e sem disposição pra esperar a minha vez, assim, acabei ficando sem a foto.

Num determinado momento, já quase no final do evento, fui ao stand da editora Mino pegar um autógrafo com o Shiko e vi lá num canto essa cosplayer “derrubada” conversando com uns amigos, a expressão dela era de nítido desgaste, se via que a o que ela queria no momento era sossego. Tenho certeza que se eu pedisse ela gentilmente aceitaria, mas a essa altura a foto talvez já não saísse legal e eu não quis ser desagradável a esse ponto, então achei melhor deixar quieto e ficar sem a foto. Talvez isso seja uma das únicas coisas que posso dizer que ficaram faltando nessa viagem.

Quem sabe na próxima, né?


sábado, 30 de setembro de 2017

Jordy - 60



Eu realmente não levanto a mão e não faço perguntas a palestrantes, sempre acho que a pergunta que vou fazer é ridícula e que ninguém mais tem interesse em saber o que eu quero saber, mas nesta ocasião, o assunto me deixou curioso e o fato de já conhecer o Marcatti me deixou um pouco mais a vontade para arriscar, além do fato da palestra ter poucos espectadores, claro.

Sempre converso com o Marcatti quando nos encontramos em eventos, mas nunca havia conversado com ele sobre o assunto em questão, aí, estava eu naquele “vou não vou” até que ele abre a conversa pra uma última pergunta, sendo assim, minha última oportunidade também. Na plateia um olhava para o outro, silencio, o rapaz do microfone procurava por algum interessado e no palco o Marcatti perguntava: ninguém? Posso encerrar? Foi então que me lembrei o que essa viagem significava para mim e seguro decidi levantar a mão, mas eu não contava com a brincadeira e esse simples comentário me desestabilizou e reativou a timidez que me fez gaguejar sem saber se fazia a pergunta ou se dizia algo sobre o comentário. Mas depois de tanta coragem pra chegar até ali eu não podia me permitir fraquejar agora. Engoli qualquer coisa que a boca tentava pronunciar antes que tudo estivesse perdido e me foquei na pergunta: de todo esse seu processo, qual etapa você tem mais e menos prazer em executar?

Se interessou a mais alguém eu não sei, mas sai me sentindo vitorioso!


CHUPA, TIMIDEZ! 


sábado, 23 de setembro de 2017

Jordy - 59



Vai, mão de vaca. Quem mandou não assinar um pacote de dados?
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Fim da tarde, lugar deserto e sem conhecimento sobre o transporte público local, esse é o drama de um turista mané, não simpatizante de tecnologias “telefonísticas celulísticas” e ainda sim dependente dela em território desconhecido.

Depois de uma experiência deslumbrante, uma simples mensagem de texto da operadora de celular quase põe fim na vida de um jovem baixinho grisalho que só estava tentando viver um momento legal, mas Deus, mais uma vez provou sua existência ajudando aquele que faz a sua parte, pois apesar do susto eu estava preparado. E é por isso que digo: um homem prevenido vale por quinze!


terça-feira, 19 de setembro de 2017

Noite Feliz no Catarse - Como funciona a campanha

Para aqueles que ainda não apoiaram minha campanha Noite feliz lá no Catarse por não conhecer e ter receio da plataforma, segue um gráfico explicativo resumindo tudo! 
Apoie o projeto: www.catarse.me/noitefeliz


sábado, 16 de setembro de 2017

Jordy - 58




O último passeio turístico que fiz em Curitiba foi visitar a Torre Panorâmica da Oi, de lá, é possível ter uma vista de 360° da cidade. É realmente espetacular, passei algumas horas lá em cima admirando a vista e refletindo sobre minha rápida passagem pelo Paraná enquanto esperava o “grande momento”, o grand finale da viagem, a despedida perfeita... Em outras palavras, o pôr do sol.

Não lembro se já mencionei antes, mas, dei a sorte de pegar quatro dias de tempo bom, aberto e ensolarado, um baita presente de boas vindas pro baixinho aqui. Isso permitiu que aquele pôr do sol fosse esplendido, nunca havia presenciado um por esse ângulo e o tempo bom favoreceu e muito esse espetáculo da natureza.

Após viver essa experiência (que quase foi destruída quando desci da torre (acompanhe na próxima tira)), voltei maravilhado, dei uma última passada na Bienal de Quadrinhos e fui para o Ap. para curtir minha última soneca em Curitiba. Na cama, revivendo em pensamento tudo o que me aconteceu nesses dias, me senti satisfeito com minha iniciativa e concluí que realmente valeu a pena tomar esta atitude mesmo depois de lembrar que em vários momentos me senti sozinho, sem alguém pra compartilhar o momento, um pensamento ou o que quer que seja, porque na verdade eu nunca estive sozinho, pois ela sempre esteve comigo, me acompanhando desde o inicio em todos os momentos, inclusive na despedida, guerreira, minha amiga, fiel companheira. Minha sacolinha vermelha!


sábado, 9 de setembro de 2017

Jordy - 57


FATALITY!

Alguns ressuscitam no terceiro dia, já eu, quase bati as botas!
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E assim, toda a queima de neurônios em um fervoroso raciocínio bolando o plano da toalha, escorre pelo ralo.

Todos os dias pela manhã antes de sair para os passeios e a noite quando chegava deles, ia á lavanderia averiguar se minha toalha estava da mesma maneira como havia deixado na noite anterior. Tudo ia bem até que, na terceira noite, quando fui pegá-la para tomar meu banho pelado, quase bati as botas ao descobrir que meu “plano infalível” tinha ido por água abaixo.

Depois do choque inicial, um sorriso idiota, daqueles bem constrangidos e sem graça me veio ao rosto naquele momento desesperador em que não conseguia aceitar minha derrota, não havia o que fazer, quando se tem essa reação é porque tudo está perdido e a vida não faz mais sentido. Naquela noite fui dormir desejando não acordar mais para não ter que encarar a realidade humilhante... Mas tinha rolê pra fazer então não deu pra morrer e me levantei normalmente no dia seguinte.

Veja as tiras 35 e 36 para entender a saga da toalha.


sábado, 2 de setembro de 2017

Jordy - 56


Se existe algo em mim que muitos criticam mas que eu me orgulho muito é o meu comprometimento com horários, estou sempre de 30 minutos a 1 hora adiantado para qualquer coisa que seja, quando não me adianto, sou pontual ou me atraso ridiculamente pouco e é em momentos como esse na estação que eu agradeço a Deus pelas manias que ele me deu.

Não havia notado essa diferença de horário até então. Quando cheguei na estação, achei estranho o trem já estacionado na plataforma e aquele movimento todo de pessoas que já estavam entrando nele, a principio, pensei que as pessoas não haviam gostado da cidade e tinham resolvido voltar para a estação, depois, que eram adiantadas como eu ou que simplesmente estavam com medo de ficarem para trás. Resolvi me informar com um dos guias e perguntei se esse era o trem que sairia às 15h e ele me respondeu: só tem um, se não entrar fica pra trás! Mesmo cheio de dúvidas, mais do que ligeiro entrei e garanti meu lugar.

Essa foi a única situação que me preocupou um pouco nessa viagem, pois depois do acontecido, fiquei pensando como seria se eu realmente tivesse perdido o trem,  com certeza  eu ia sentar e chorar forte até que alguém se apiedasse de mim e me levasse pra casa.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Campanha Noite Feliz - O gorro, no Catarse!


Olá!

Eu, Isaac Tiago, declaro oficialmente a todos os apreciadores e simpatizantes da nona arte, amigos e inimigos, conhecidos e desconhecidos, familiares e quem quer que seja, que...

A CAMPANHA DE PRÉ-VENDA E FINANCIAMENTO DO MEU NOVO TRABALHO “NOITE FELIZ – O GORRO” JÁ ESTÁ NO AR E VOCÊ PODE CONHECER O PROJETO E DAR SEU APOIO ACESSANDO ESTE LINK: catarse.me/noitefeliz

O gibi tem temática natalina e conta a história de um amor sincero e inocente de um garotinho pela lua que está tristonha em plena noite de Natal e as características do projeto como produto foram pensadas para que ele seja uma excelente “lembrancinha” para presentear a pessoa querida nesta data especial.

Acesse o link acima, conheça o projeto e seja um apoiador, só assim você garante recompensas exclusivas com artes mais exclusivas ainda confeccionadas pelos artistas convidados: Felipe Campos, Talessa Kuguimiya e Yoshi Itice.

Gostou?

Então não deixe de conferir.

Até mais!

terça-feira, 29 de agosto de 2017

JundComics - 02 e 03 de Setembro



GALERA!!!

Nos dias 02 e 03 de Setembro (fim de semana que vem rs) estarei das 10h as 18h no SESC Jundiaí participando do JundComics. 

O evento é gratuito, podem chegar com a família, com os amiguinhos com o/a crush, sozinhos ou com quem quiserem, só não deixem de curtir. 😉

O SESC fica na Av. Antonio Frederico Ozanan, 6600 - Jardim Botânico, Jundiaí - SP

Espero todos por lá.

Abraços!


sábado, 26 de agosto de 2017

Jordy - 55


Algumas crianças podem ser chatas, birrentas, malcriadas... Mas no geral, a imaginação infantil capaz de fantasiar um mundo paralelo, muitas vezes é bem engraçada e faz valer a pena certos momentos na vida.

sábado, 19 de agosto de 2017

Jordy - 54


Tô vendo que vou ter que mudar o status do facebook para: “em um relacionamento sério com a sacolinha”.

sábado, 12 de agosto de 2017

Jordy - 53


Morretes tem um prato tradicional chamado Barreado que é feito de carne cozida misturada com farinha de mandioca e mais uns trecos. A fome era muita, mas o tempo e o dinheiro eram pouco demais para arriscar dessa maneira, então preferi deixar esse luxo de lado e acabar de vez com o que tentava me matar, porém, tinha que ter algum detalhe diferenciado pra valer a pena, foi aí que eu decidi comer o feijão.

sábado, 5 de agosto de 2017

Jordy - 52


Como já citei anteriormente, o celular era minha maior ferramenta de sobrevivência em Curitiba, pois dependia dele para chamar o Uber e retornar em segurança ao apartamento onde estava hospedado, porém, a bateria não aguentava muito tempo e o Power Bank não estava dando conta. Também já citei que Curitiba é ruim de tomada e, se uma cidade como ela já era ruim, imagine Morretes. Sem dúvida foi a mão de Deus que tocou naquela mulher e fez com que ela me levasse até este lugar especificamente, talvez o único naquele restaurante que havia uma tomada por perto e agradeço muito por isso, pois é por causa desta tomada que hoje estou aqui podendo contar essa história pra vocês. Morretes no coração, gente.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

sábado, 29 de julho de 2017

Jordy - 51


Deixei o Ponte Velha e me dirigi ao Madalozo, um restaurante aparentemente tão bom quanto. Também estava cheio, mas ainda havia muitos lugares disponíveis na parte interna, tanto que a atendente me levou aos fundos do restaurante onde poucas mesas estavam ocupadas, essas mesas, no entanto, pareciam ter sido preparadas para famílias, mas a mulher me colocou lá do mesmo jeito. Minutos depois ela retornou me dizendo que havia vago uma mesa mais reservada no terraço e perguntou se eu gostaria de trocar de lugar, apesar de estar sem graça sozinho naquela mesa gigante, por fortes motivo pessoais e convenientes que serão revelados na próxima tira, permaneci lá.

sábado, 22 de julho de 2017

Jordy - 50


Para quem tinha a fome que eu tinha e não tinha o tempo que eu não tinha, a palavra “espera” era uma ofensa, um absurdo inaceitável. Não pensei duas vezes, #partiuconcorrente.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

sábado, 15 de julho de 2017

Jordy - 49


Eu não havia feito muitas pesquisas sobre as atividades que faria em Curitiba, apenas vi o que tinha e fui. Quando descobri que existia um passeio de trem, nem quis saber o que era Morretes, era um passeio de trem, oras, pra quem só conhece os trens da CPTM esse passeio soou encantador e não pensei duas vezes, fechei. Até então, pra mim, Morretes era só mais uma cidade turística comum como Curitiba. Santo engano.

Quando ceguei em Morretes tive uma má impressão muito forte com aquele lugar de aspecto abandonado, esquecido, parado no tempo, com a estação caindo aos pedaços e moradias quase em ruinas na beira dos trilhos. Não conseguia imaginar o que teria para se fazer ali, mas aos poucos, fui lembrando de Sertãozinho, cidade de Minas Gerais onde tenho parentes e gosto muito de ir, pura roça onde acordamos com esterco de vaca na porta de entrada da casa. Fazia um paralelo entre as duas cidades e fui percebendo que em muito se assemelhavam em questão de simplicidade. Gosto muito dessas coisas simples e de aspecto rustico, vida sem frescura, simpática e tranquila como Sertãozinho, e, se eu gosto de lá, por que não gostar de Morretes?

Aos poucos fui aceitando e saindo do choque inicial, fui me adentrando pelas ruas de Morretes e me simpatizando cada vez mais com aquele clima que a cidade me proporcionava e com o que encontrava em cada esquina. Pena que eu estava com fome e tive que procurar por comida, com isso não tive muito tempo de apreciar mais como gostaria, mas, se surgir uma nova oportunidade volto FÁCIL pra lá, mato a saudade e aproveito o que me for novidade.

terça-feira, 11 de julho de 2017

UgraFest - 2017

Galera...


Neste último fim de semana estive no Sesc Belenzinho participando do UgraFest 2017. O evento na minha opinião não podia ser melhor, tudo muito bonito e bem organizado, o Douglas e a Dani fizeram um excelente trabalho em parceria com o Sesc e tenho certeza que ninguém saiu de lá falando mal. 

Foi muito bom rever pessoas muito queridas, conhecer pessoas muito legais e fazer algumas vendas e trocas. O evento no geral foi muito divertido, diferente e confortável, quero agradecer aos organizadores pela oportunidade de estar presente no evento expondo meus trabalhos e curtindo tudo de bom que rolou por lá.

Obrigado também a todos que compareceram na minha mesa pra conversar, conhecer meu trabalho e fazer suas compras, fiquei muito feliz com a presença de vocês.

Um obrigado especial para minhas irmãs Aline e Michely que me acompanharam e me ajudaram na mesa nesses dois dias de feira, ao Tainnan e Fernando pelas caronas que ajudaram muito, ao meu tio Vicente, minha tia Solange, minha prima Mylla e minha mãe Sonia pela presença e pelo apoio, a minha prima Andréia e meu priminho Leo pela presença, ao Carlos do canal Papo Zine pela divulgação e por fim, aos vizinhos de mesa Pedro Balboni, Rodrigo Ortiz e Eric Peleias pela companhia.












Valeu Galera, até o próximo evento.
Abraços!


sábado, 8 de julho de 2017

Jordy - 48


Apesar do passeio não ter sido exatamente o que minha mente fantasiou, não me arrependo, foi um passeio muito bom e recomendo à todos que façam assim que tiveram a oportunidade.

O trem sai de Curitiba e desce a serra até a cidade de Morretes e o trajeto leva cerca de três horas. Quando fechei o passeio eu não sabia, mas existem outras opções de retorno para Curitiba sem ser o trem, como por exemplo, as vans, que fazem um trajeto muito mais rápido e menos cansativo, porém, se você reservar o dia apenas para esse passeio recomendo que faça como eu e retorne também com o trem, apesar de se tornar mais cansativo, acredito que valha mais a pena, pois assim pode se aproveitar mais o prazer da viagem pela serra, reforçar as histórias sobre cada ponto citado e ter a sorte que eu tive de na volta poder ver o que na ida talvez não tenha sido possível, como o “vale muito bonito”.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Eu no UgraFest


Olá, pessoal. Beleza?

No fim de semana que vem, dias 8 e 9, estarei no UgraFest, evento que acontece lá no Sesc Belenzinho com entrada gratuita para todos que quiserem conferir essa feira de publicações independes bacanuda que a loja Ugra organizou.

Eu estarei lá nos dois dias vendendo e autografando meus quadrinhos e prints pra quem se interessar.
Apareçam por lá e procurem pela minha mesa pra gente trocar uma ideia sem compromisso, ok?

Nos vemos por lá.

Abraços!



sábado, 24 de junho de 2017

Jordy - 46


Me lembro de não ter usado a trava da maçaneta e sim uma travinha que havia fixada um pouco acima dela. Não sei se no desespero da situação não travei direito ou se devido a lastimável qualidade daquela porta a trava não funcionou, mas seja como for, só espero não ter sido motivo de nenhum trauma para o gurizinho.

sábado, 17 de junho de 2017

Jordy - 45


Sabe aquela dor de barriga sem vergonha que ataca na surdina, na maior covardia? Então, fui vítima dela na manhã do terceiro dia.

Estava eu na estação ferroviária aguardando o trem que faria o passeio pela serra até a cidadezinha de Morretes, quando de súbito, fui surpreendido por uma inquietação intestinal violentíssima as quase 7h da manhã, horário em que o trem partiria. O único banheiro disponível para atender centenas de cagões de última hora não estava tão disponível assim quando o requisitei.

Por um instante acreditei que o ambiente fosse algum tipo de relíquia social antepassada mantida em estado natural aberta ao público ou uma simples e antiguíssima latrina mal adaptada aos tempos de hoje, mas não, era o banheiro que a estação oferecia mesmo. O ambiente de no máximo 4m² contava apenas com uma pia mequetrefe com torneiras sem água, um mictório coletivo mal localizado e com duas cabines se deteriorando que por sinal estavam ocupadas no momento em que eu mais precisava delas, mas no primeiro sinal de disponibilidade, de súbito me adentrei e ali me entreguei às forças da natureza.

Minha sorte ao me libertar da “masmorra” foi que eu me adentrei a ela com um copo d’água que saciava minha sede minutos antes, assim, pude ao sair lavar minhas mãos na pia que não me beneficiava com esse direito e no limite do tempo pegar o trem.

Saí acreditando piamente que aquele banheiro decadente era o pior que já havia visto e que viria a ver na vida, mas, essa crença caiu por terra quando entrei no da estação de Morretes.

sábado, 10 de junho de 2017

Jordy - 44


A altura dessa cama (deliciosa) simplesmente foi algo do qual eu não consegui me adaptar. Mas eu não deixava isso estragar o dia maravilhoso que eu sabia que teria pela frente.