Me lembro de não ter usado a trava da maçaneta e sim uma
travinha que havia fixada um pouco acima dela. Não sei se no desespero da
situação não travei direito ou se devido a lastimável qualidade daquela porta a
trava não funcionou, mas seja como for, só espero não ter sido motivo de nenhum
trauma para o gurizinho.
sábado, 24 de junho de 2017
sábado, 17 de junho de 2017
Jordy - 45
Sabe aquela dor de barriga sem vergonha que ataca na
surdina, na maior covardia? Então, fui vítima dela na manhã do terceiro dia.
Estava eu na estação ferroviária aguardando o trem que faria
o passeio pela serra até a cidadezinha de Morretes, quando de súbito, fui
surpreendido por uma inquietação intestinal violentíssima as quase 7h da manhã,
horário em que o trem partiria. O único banheiro disponível para atender
centenas de cagões de última hora não estava tão disponível assim quando o
requisitei.
Por um instante acreditei que o ambiente fosse algum tipo de
relíquia social antepassada mantida em estado natural aberta ao público ou uma
simples e antiguíssima latrina mal adaptada aos tempos de hoje, mas não, era o
banheiro que a estação oferecia mesmo. O ambiente de no máximo 4m² contava
apenas com uma pia mequetrefe com torneiras sem água, um mictório coletivo mal
localizado e com duas cabines se deteriorando que por sinal estavam ocupadas no
momento em que eu mais precisava delas, mas no primeiro sinal de
disponibilidade, de súbito me adentrei e ali me entreguei às forças da
natureza.
Minha sorte ao me libertar da “masmorra” foi que eu me
adentrei a ela com um copo d’água que saciava minha sede minutos antes, assim,
pude ao sair lavar minhas mãos na pia que não me beneficiava com esse direito e
no limite do tempo pegar o trem.
Saí acreditando piamente que aquele banheiro decadente era o
pior que já havia visto e que viria a ver na vida, mas, essa crença caiu por
terra quando entrei no da estação de Morretes.
sábado, 10 de junho de 2017
Jordy - 44
A altura dessa cama (deliciosa) simplesmente foi algo do
qual eu não consegui me adaptar. Mas eu não deixava isso estragar o dia
maravilhoso que eu sabia que teria pela frente.
sábado, 3 de junho de 2017
Jordy - 43
Em Curitiba tem uns ônibus conhecidos como “Jardineira” que
faz a Linha Turismo passando por 24 pontos turísticos da cidade e dá direito a
4 paradas de sua escolha. É um passeio muito gostoso, mas impossível aproveitar
todos os lugares que temos vontade, para isso, seria preciso repetir a viagem
outras vezes ou ir até eles depois com outro transporte mais barato, pois a
tarifa da Linha Turismo é de R$40,00.
Minha rotina em Curitiba era acordar cedinho e voltar bem
tarde, só para dormir mesmo, assim o dia rendia vários passeios e no final,
apesar de destruído, dormia tranquilo com aquela sensação boa de que estava
aproveitando ao máximo a oportunidade, nessa hora o desgaste físico provocado
pelas experiências vividas chegava a ser prazeroso, e melhor que isso, era
saber que no dia seguinte tinha mais.
sábado, 27 de maio de 2017
Jordy - 42
Se não me engano foi na segunda noite. Enquanto preparava
minhas coisas para o dia seguinte, percebi que a moça dona do Ap. havia chego
acompanhada de algumas pessoas, mas não pude ver quem eram, de repente, ouço a
porta do banheiro social que ficava em frente ao meu quarto se abrir e
naturalmente me virei para ver, de lá, saiu uma belezura que nem sei descrever,
sinceramente não sei se era alta ou baixa, loira ou morena... Só sei que gostei
muito do que vi, porém, o que ela viu acredito não ter agradado tanto, pois
aquela moça maravilhosamente linda que parou em minha frente e me fitou
profundamente, após ouvir minha tentativa de comunicação, simplesmente me virou
as costas e saiu andando. GENTE DO MAL!
sábado, 20 de maio de 2017
Jordy - 41
Não sei bem o dizer sobre isso, só que não é a primeira e
nem a última vez, de uma forma ou de outra isso sempre acontece. Acho que se
você não quer fazer alguma coisa não deve dizer que vai fazer e nem ficar dando
desculpinhas pra enrolar a pessoa, é só ser honesto, desde que seja educado,
ninguém se ofenderá com você por causa disso e a outra pessoa não ficará com
uma má impressão sua. Simples assim.
sábado, 13 de maio de 2017
Jordy - 40
Particularmente eu gosto muito da arquitetura do Oscar
Nyemeier e tinha muita curiosidade em conhecer esse museu que apesar de levar o
nome do arquiteto é conhecido como “museu do olho”. A entrada não é cara e
achei bem bonito e organizado lá dentro, várias salas com exposições diversas
que agradam vários gostos, fui bem tratado pelos funcionários e me senti muito
a vontade o tempo todo em que permaneci lá dentro.
O topo em formato de “olho” é o ambiente mais agradável,
independentemente das peças expostas, achei interessante observar essa parte da
arquitetura por dentro e logo na saída tem uma exposição permanente muito legal
com fotografias que retratam a construção do museu.
O único incomodo que senti lá dentro foi em relação à altura
dos mictórios, tudo bem que eu sou baixinho, mas nunca na vida me deparei com
situações em que precisei ficar na ponta do pé e apontar o “bicho” pra cima pra
conseguir urinar.
Recomendo a visita, mas deixo aqui uma dica amiga: NÃO TENHA
UM CORTADOR DE UNHAS!
Sério, se você for ao museu e por algum motivo estiver em
posse de um cortador de unhas, eles vão te barrar na revista, falo por
experiência própria. Eles consideram esse singelo objeto uma arma mortífera e
não te deixam entrar com ele, não adianta chorar ou tentar justificar, não vai
entrar e pronto.
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